Likes não pagam boletos. Seguidores não fecham contratos.
E ainda assim, vejo todos os dias profissionais e líderes de vendas reféns das métricas de vaidade. Correm atrás de número de seguidores, de curtidas, de comentários. Esquecem que nada disso, sozinho, gera negócio.
Vivemos a era da economia da atenção. Todo mundo disputa cada segundo do seu cliente. Nesse cenário, quantidade pesa muito menos do que qualidade. Mesmo quando o post bom não acaricia o seu ego com uma chuva de likes.
Por isso, antes de sair postando no improviso, pare e defina sua estratégia. Faça a si mesmo cinco perguntas:
Quem são os seus PCIs (Perfis de Clientes Ideais)?
Onde eles realmente estão? LinkedIn? Instagram?
Quais são os maiores desafios que eles enfrentam hoje?
O quanto o seu conteúdo ajuda a resolver esses desafios?
Qual será o seu CTA (Call to Action) ao final do post?
Quando você responde isso com honestidade, algo muda. Você para de falar para todo mundo e passa a falar para quem importa.
Talvez você tenha menos likes. Mas conversa com quem de fato pode se interessar pela proposta de valor que você, sua empresa e seus produtos oferecem ao mercado.
E que fique claro: posicionamento digital não é concurso de popularidade. É construção de autoridade junto a quem decide.
Prefere ser visto por muitos ou lembrado pelos certos?
Faz sentido?
Nos programas de treinamento da Paixão por Vendas, o posicionamento de profissionais e líderes é uma das frentes que trabalhamos com mais profundidade, exatamente porque marca pessoal e narrativa comercial fortalecem a proposta de valor dos produtos e serviços que sua empresa oferece ao mercado. Se essa reflexão faz sentido para o momento do seu time, vale conhecer como estruturamos nossos programas.
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